Programação – Semana Santa

 

29 de Março

MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR E INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA

O memorial da última ceia de Jesus recorda para a Igreja o verdadeiro sentido da Eucaristia: ceia fraterna, em torno de uma mesa, partilhando no pão e no vinho a entrega da própria vida, no mandamento novo feito serviço solidário (lava-pés). Em comunidade de fé, celebramos a Ceia do Senhor: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos a morte do Senhor até que Ele venha (1Cor 11, 26). Que esta celebração desperte nossa consciência para o verdadeiro sentido de partilhar nossa ceia com o Senhor.

20h – Celebração Eucarística
21h30 à 24h – Vigília com Jesus no horto (Após a meia-noite e até a Celebração da Paixão seja feita sem solenidade e em profundo silêncio).

 

30 de Março 

PAIXÃO DO SENHOR

O mistério da Cruz de Jesus nos coloca diante do grande questionamento da humanidade, jamais respondido: por que o sofrimento e a morte? Com sua cruz, Jesus não explica, mas assume como sua, a dor dos inocentes, dos injustamente condenados, dos pobres discriminados.

Hoje a Igreja não celebra a Eucaristia, mas com solene austeridade faz memória da paixão e morte do Senhor. Ouvimos com reverente atenção o relato da paixão e oramos por todos os irmãos e irmãs, assim como fez Jesus com seus braços abertos estendidos na cruz. Ao beijar a cruz, coloquemos no coração de Deus as dores do mundo inteiro. 15h – Celebração da Paixão (Após a celebração e durante todo o Sábado Santo, a cruz permanece para veneração na mesma capela onde foi feita a Vigília com Jesus no horto)

15h – Celebração da Paixão
 (Após a celebração e durante todo o Sábado Santo, a cruz permanece para veneração na mesma capela onde foi feita a Vigília com Jesus no horto).

 

 31 de Março –  SÁBADO SANTO

O relato bíblico diz que um discípulo clandestino de Jesus pediu autorização para sepultar seu corpo num jardim (cf. Jo 19, 38-42). Certificar o sepultamento de Jesus era importante para a fé, em função da Ressurreição. A sepultura de Jesus é mencionada no
símbolo da nossa profissão de fé: “padeceu e foi sepultado” ou “desceu à mansão dos mortos”.

Com base nesta tradição a Igreja construiu o tríduo pascal inserindo nele o Sábado da sepultura, em que “permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando a sua paixão e morte, a sua descida aos infernos, e esperando na oração e no jejum a sua ressurreição” (PCFP, 73). No sábado santo, dia do grande silêncio, nada se celebra a não ser o Ofício Divino, valorizando nele o silêncio e a sobriedade, retomando textos que contribuem para retomar o ambiente espiritual que deu origem a esta memória.

 31 de Março – à noite 

 

 VIGÍLIA PASCAL 
A Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias, comemora a noite santa em que Jesus ressuscitou. Nossas pequenas chamas, acesas em meio à escuridão, expressam nossa esperança que as noites da humanidade serão interrompidas pela luminosidade de quem se coloca do lado dos pobres, de quem luta pelo cuidado da criação, de quem aposta no bem.
20h – SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA   (início na praia do bosque – centro)

A primeira parte da Liturgia desta noite é iniciada fora da igreja com o acendimento e bênção do fogo novo com solene procissão e apresentação do círio pascal, símbolo de Jesus ressuscitado, que vence a escuridão da noite. Em elogio à noite e ao círio é cantado um hino, o Exulte Pascal – Proclamação da Páscoa.
Na segunda parte a Igreja contempla as maravilhas que Deus operou em favor do seu povo desde o início. É neste momento que são proclamadas as leituras que fazem memória da ação de Deus na libertação de seu povo. Todas as leituras desta noite são intercaladas por salmos responsoriais e orações eucológicas, fazendo clara alusão ao batismo e à renovação das promessas batismais por parte dos fiéis.
A terceira parte da vigília compreende as orações e o batismo daqueles que fizeram o caminho catecumenal e foram eleitos para a última etapa da iniciação cristã

(batismo e confirmação). Por eles a Igreja roga a intercessão dos santos e santas de Deus, a fim de que permaneçam nesse itinerário, agora como parte integrante do povo de Deus. Os batizados da assembleia também fazem memória de seu batismo, ocasião em que foram regenerados pela água da vida.
Na última parte, a liturgia eucarística, ápice de toda a celebração, toda assembleia, inclusive os que foram batizados, são convidados à mesa, preparada pelo Senhor para o seu povo, como sinal memorial de sua morte e ressurreição. É um sentido que podemos chamar de escatológico, em que se tem em mente a espera do Senhor que um dia virá. A vigília pascal tem seu desdobramento na liturgia do Domingo da Ressurreição, celebrada com grande solenidade.

 1º de Abril

DOMINGO DA PÁSCOA  NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

 

No momento atual, como em muitos momentos da história, o mundo parece encontrar-se num beco sem saída. São tantos os acontecimentos que geram incertezas e desesperanças… Mas, ainda assim, em meio às tragédias, há sinais de humanização e solidariedade.

A ressurreição de Jesus aponta para o que, aparentemente, parece impossível: vida onde há morte, alegria na tristeza. Eis porque nos reunimos neste dia para dar graças e renovar nossa esperança, na luz que vence as trevas.

8h, 18h e 20h – Celebração Eucarística

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